O Brasil tem uma dívida histórica para com negros e índios, e muitos já compreenderam a legitimidade disso, só que, por outro lado, outros tantos ainda carregam em si um preconceito absurdo, ou ainda uma ganância desenfreada que nesses mais de quinhentos anos continuam a fazer escravos em nossa “Terra adorada”. Negros saíram das senzalas para as favelas, sem receber nada por todo o tempo de escravidão vivido. Índios foram dizimados, expulsos de suas terras, enganados, desrespeitados, etc. Em pleno século XXI convivemos com essa triste realidade, e muito teremos que fazer para que este quadro mude.
Em Jacundá, representantes da Pastoral da Juventude, dos estudantes, das igrejas evangélicas, professores, sindicatos, associações, e outros colaboradores estão organizando um grande movimento que culminará no dia 11 de agosto de 2011, dia do estudante, no qual estaremos discutindo os seguintes pontos:
· Belo monte: expulsão dos indígenas de suas terras;
· Preconceito, violência contra a juventude e bulliyng na escola;
· Grêmios nas escolas já!
· Transparência: prestação de contas dos gastos com dinheiro público.
· Dia 11 de agosto: concentração na Praça Inácio Pinto, às 07:00 h.
Manhã:
- Culto ecumênico:
Igreja Católica
Igrejas Evangélicas
Umbanda
Espiritismo
- Caminhada estudantil:
Percurso: saída da praça, Maria da Glória, Rua JK, avenida, parada no retorno do Bradesco de 15 minutos, segue até o Sup. Bahia; Jatobal; Pinto Silva e praça.
- Pausa para almoço
- Apresentações culturais: 14:00 h.
Danças
Teatro
Capoeira
Músicas
- Oficinas: 16:00 h.
Grafitagem
Dança
Artes plásticas
Música
Poesia
- Debates sobre os temas predeterminados. 17:00 h.
Noite - Encerramento com Cleiton e Marcelo (show) 18:30 h.
A conscientização precisa acontecer. Muitos estudantes não se importam com as atrocidades que aconteceram e que vêm acontecendo em nosso país e no mundo, e tudo em nome do lucro, do bem estar de uns poucos, da manutenção de um sistema que engana e explora o povo, principalmente negros e indígenas. Os primeiros eles querem treinar para que saibam servir ao sistema e os segundos têm sua cultura desrespeitada em nome do que chamam de “progresso”. Um progresso que afoga a história, a esperança e a vida dos indígenas por todo o país.
Visando o sucesso...
É preciso que toda a sociedade esteja empenhada em fazer com que este evento produza os efeitos esperados. Por isso precisamos do apoio de todos: escolas, Prefeitura Municipal, Secretaria de Cultura, Secretaria de Educação, demais secretarias, igrejas, comerciantes, empresários, etc. Só se toda a comunidade estiver unida é que conseguiremos construir um futuro melhor, sem preconceitos, sem discriminações, sem corrupção, sem desrespeito... E isso só acontecerá se todos lutarmos por uma educação verdadeira e de qualidade.
VENDA DE CAMISAS NA MALHARIA SARAH
R$ 10,00
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