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quinta-feira, 3 de abril de 2014

PJ Jacundá

CNBB divulga declaração sobre os 50 anos do golpe

O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou ontem, 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada “Por tempos novos, com liberdade e democracia”. O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as “gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito”. Os bispos relembram “os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima” e reafirmam “o compromisso da Igreja com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos”. Leia, na íntegra, a declaração da CNBB.

DECLARAÇÃO
POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.

Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada “revolução” com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.
Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.

Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.

Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura... A democracia exige participação constante de todos.
Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Autor/Fonte: CNBB
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sexta-feira, 31 de maio de 2013

PJ Jacundá

Secretário Geral da CNBB recebe PJ

Representantes da Pastoral da Juventude estiveram mais uma vez reunidos com dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB.

Thiesco Crisóstomo, secretário nacional da PJ e Joaquim Alberto, membro da Comissão Nacional de Assessores/as da PJ dialogaram assuntos sobre a conjuntura da evangelização da juventude no Brasil. 

Destacaram-se também no diálogo temas como o processo de celebração dos 40 anos da Pastoral da Juventude, a luta contra a violência e extermínio de jovens, a presença da PJ na Jornada Mundial da Juventude, o processo pós JMJ e ainda outros projetos da PJ.

Segundo Thiesco o diálogo com a CNBB demonstra a unidade e reforça o clamor da juventude em ser igreja, ser igreja jovem. Afirma ainda a importância do diálogo direto das pastorais com a Conferência Nacional, partilhando a caminhada, projetos e sonhos.

Joaquim partilhou também a importância da nota da CNBB contra a redução da maioridade penal e de como a PJ está fomentando nas bases a difusão do posicionamento da Igreja do Brasil sobre esta pauta, afirmou o assessor. 

Autor/Fonte: Teias da Comunicação
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

PJ Jacundá

Nota da CNBB contra a Redução


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou uma nota sobre a redução da maioridade penal, na quinta-feira, 16 de maio, durante coletiva de imprensa, que apresentou o balanço da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (CONESP). A CNBB “reafirma que a redução da maioridade não é a solução para o fim da violência”. Assim, a “Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores que dignificam o ser humano”.

“Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9)

Nota da CNBB sobre a redução da maioridade penal

O debate sobre a redução da maioridade penal, colocado em evidência mais uma vez pela comoção provocada por crimes bárbaros cometidos por adolescentes, conclama-nos a uma profunda reflexão sobre nossa responsabilidade no combate à violência, na promoção da cultura da vida e da paz e no cuidado e proteção das novas gerações de nosso país.

A delinquência juvenil é, antes de tudo, um aviso de que o Estado, a Sociedade e a Família não têm cumprido adequadamente seu dever de assegurar, com absoluta prioridade, os direitos da criança e do adolescente, conforme estabelece o artigo 227 da Constituição Federal. Criminalizar o adolescente com penalidades no âmbito carcerário seria maquiar a verdadeira causa do problema, desviando a atenção com respostas simplórias, inconsequentes e desastrosas para a sociedade.

A campanha sistemática de vários meios de comunicação a favor da redução da maioridade penal violenta a imagem dos adolescentes esquecendo-se de que eles são também vítimas da realidade injusta em que vivem. Eles não são os principais responsáveis pelo aumento da violência que nos assusta a todos, especialmente pelos crimes de homicídio. De acordo com a ONG Conectas Direitos Humanos, a maioria dos adolescentes internados na Fundação Casa, em São Paulo, foi detida por roubo (44,1%) e tráfico de drogas (41,8%). Já o crime de latrocínio atinge 0,9% e o de homicídio, 0,6%. É, portanto, imoral querer induzir a sociedade a olhar para o adolescente como se fosse o principal responsável pela onda de violência no país.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao contrário do que se propaga injustamente, é exigente com o adolescente em conflito com a lei e não compactua com a impunidade. Ele reconhece a responsabilização do adolescente autor de ato infracional, mas acredita na sua recuperação, por isso propõe a aplicação das medidas socioeducativas que valorizam a pessoa e lhe favoreçam condições de autossuperação para retornar a sua vida normal na sociedade. À sociedade cabe exigir do Estado não só a efetiva implementação das medidas socioeducativas, mas também o investimento para uma educação de qualidade, além de políticas públicas que eliminem as desigualdades sociais. Junta-se a isto a necessidade de se combater corajosamente a praga das drogas e da complexa estrutura que a sustenta, causadora de inúmeras situações que levam os adolescentes à violência.

Adotada em 42 países de 54 pesquisados pela UNICEF, a maioridade penal aos 18 anos “decorre das recomendações internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos” (UNICEF). Reduzi-la seria “ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional – Constituição Federal, art. 228 –, além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente” (cf. Declaração da CNBB contra a redução da maioridade penal – 24.04.2009).

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunido em Brasília, nos dias 14 a 16 de maio, reafirma que a redução da maioridade não é a solução para o fim da violência. Ela é a negação da Doutrina da Proteção Integral que fundamenta o tratamento jurídico dispensado às crianças e adolescentes pelo Direito Brasileiro. A Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores que dignificam o ser humano.

Não nos cansemos de combater a violência que é contrária ao Reino de Deus; ela “nunca está a serviço da humanidade, mas a desumaniza”, como nos recordava o papa Bento XVI (Angelus, 11 de março de 2012). Deus nos conceda a todos um coração materno que pulse com misericórdia e responsabilidade pela pessoa violentada em sua adolescência. Nossa Senhora Aparecida proteja nossos adolescentes e nos auxilie na defesa da família.

Brasília, 16 de maio de 2013



Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB


Autor/Fonte: CNBB
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

PJ Jacundá

Secretário da CNBB recebe a PJ



Na manhã desta terça-feira (7), dom Leonardo Steiner, secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), recebeu na sede da instituição a Pastoral da Juventude (PJ), representada pelo jovem Thiesco Crisóstomo, secretário nacional da PJ e Joaquim Alberto A. Silva, membro da Comissão Nacional de Assessores da PJ.

A conversa teve como foco apresentar a dom Leonardo o diálogo que a PJ tem construído no que diz respeito à violência e extermínio da juventude brasileira, destacando-se a pauta sobre a redução da maioridade penal. Thiesco partilhou a realização do Seminário da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens, realizado de 3 a 5 de maio, em Brasília/DF, e enfatizou o clamor da juventude presente na atividade para que como cristãos possamos lutar pela vida da juventude e que a redução da maioridade penal não é a solução para a questão violência que assola no país e, sim, uma maneira de criminalizar a juventude, afirmou o jovem.

“Com a realização da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens a Pastoral da Juventude reafirma a sua luta pela vida, com destaque para que adolescentes e jovens sejam reconhecidos como sujeitos de direitos e tenham vida em abundância”, afirmou Joaquim Alberto.

Dom Leonardo, destacou a necessidade de que as dioceses possam dialogar localmente sobre a pauta da redução da maioridade penal, fortalecendo o posicionamento da Igreja do Brasil de que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema e sim violenta e penaliza ainda mais adolescentes e jovens, sobretudo os mais pobres, negros e moradores de periferias, reafirmando assim, a nota emitida pela CNBB em 2009, contra a redução da maioridade penal.

Ao final da conversa foi entregue a dom Leonardo o subsídio de estudo da PJ, materiais da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens e da celebração dos 40 anos da PJ no Brasil.

Autor/Fonte: Teias da Comunicação
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

PJ Jacundá

CNBB realiza lançamento oficial da CF 2013


Tendo por tema “Fraternidade e Juventude”, e por lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8), foi realizado, hoje, dia 13 de fevereiro, o lançamento oficial da Campanha da Fraternidade (CF) 2013. Tradicionalmente, o evento ocorre na tarde da quarta-feira de cinzas – primeiro dia da Quaresma –, no Auditório Dom Hélder Câmara, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília.

O lançamento da Campanha contou com a presença do secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República do Brasil, Gilberto Carvalho, e do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coelho, e outras autoridades.

“Iniciamos hoje nosso caminho pascal. Os quarenta dias que precedem a cruz e a Ressurreição sinalizam o caminho que a Igreja, na liturgia, nos oferece como possibilidade de sermos atingidos pela experiência salvadora de Jesus Cristo”, disse dom Leonardo Steiner em seu discurso de abertura.

Na ocasião também estiveram presentes jovens lideranças como representante dos povos indígenas Tupinambá, Awa Mirim, e também o estudante Rodrigo Crivelaro, que apresentaram aos presentes, a realidade da juventude no Brasil. A diretora da Cáritas Nacional, Cristina dos Anjos, também fez uso da palavra para a prestação de contas dos resultados da coleta da CF 2012, que contribuíram com ações que renovaram as perspectivas de comunidades por todo país.

O ministro Gilberto Carvalho afirmou que a CF “abre um espaço para o governo trabalhar junto à Igreja”, e citou a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) como um momento privilegiado para toda juventude brasileira. “A Jornada Mundial da Juventude vem ao encontro de uma grande preocupação que o governo tem em relação à situação do Jovem do Brasil”, mencionou.

De acordo com o texto-base da CF 2013, o objetivo geral da Campanha é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.

Em 1992, a Campanha da Fraternidade também tratou a juventude como tema central, e agora, em sua 50ª edição, terá a mesma temática. A abordagem da temática “juventude” será mais um elemento para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens, além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que será realizada, em julho deste ano, no Rio de Janeiro.

Fonte: cnbb.org.br
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

PJ Jacundá

Nota de condolências pelo falecimento de dom José Foralosso


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta o seu pesar pelo falecimento de dom José Foralosso, bispo emérito de Marabá (PA). O falecimento ocorreu na manhã desta quarta-feira, 22 de agosto, em um hospital em Marabá. O bispo estava internando, em estado de coma, desde 5 de junho, quando teve um AVC enquanto celebrava a eucaristia.

A biografia de dom José tem a marca do entusiasmo e dedicação ao serviço pastoral. Italiano, fez a sua preparação para o ministério presbiteral em Roma, onde professou como religioso Salesiano. Em sua congregação, colaborou por alguns anos na formação e na pastoral paroquial.

Transferido para o Brasil, atuou, por mais de vinte anos, em diversas paróquias, e fez o curso superior de pedagogia. Em 1991, foi nomeado pelo papa João Paulo II como bispo da diocese de Guiratinga (MT), onde esteve até 2000, quando foi transferido para Marabá (PA).

Seu lema episcopal “Ut vitam habeant” (Para que tenham vida) resume a dedicação com que serviu à Igreja em frentes desafiadoras da ação evangelizadora. Estamos unidos aos familiares de dom José, a dom Jesus Maria, Administrador Apostólico, aos religiosos salesianos e ao povo de Marabá. Agradeçamos a Deus, na experiência de confiança e de fé nas promessas do Ressuscitado.

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário geral da CNBB

Fonte: CNBB
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

PJ Jacundá

Começa a 50ª Assembleia Geral CNBB


Ultimados os preparativos, tem início, nesta quarta, 18 de abril, a 50ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, em Aparecida (SP). O tema central da reunião será "A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja".  Quase 350 bispos estão presentes no encontro que se realiza nas dependências do Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida.

A Assembleia terá dois momentos de solenidade. O primeiro, na quinta-feira, na sessão das 18 horas, será feita uma homenagem ao jubileu de 50 assembleias gerais realizadas pelo episcopado brasileiro. Um marco que realça a importância que cada um desses encontros teve para fortalecimento da colegialidade episcopal e da animação da ação evangelizadora da Igreja no Brasil. O segundo será realizado na última sessão da próxima segunda-feira, 23 de abril, também é às 18 horas, e será dedicada ao jubileu de 50 anos do início dos trabalhos do Concílio Vaticano II.

Além do tema central, os bispos vão trabalhar sobre uma extensa pauta de outros assuntos. Entre eles, terá destaque a exposição das Comissões para a Amazônia e da Ação Missionária. Serão apresentados relatórios internos e haverá um trabalho dos bispos nos grupos dos Regionais da CNBB. A preparação para 5ª Semana Social Brasileira também está na pauta das discussões.

Outros assuntos também presentes: Fundo da Solidariedade, eleições para delegados do Sínodo dos Bispos, 20 anos do Catecismo da Igreja Católica.

No penúltimo dia, os bispos serão informados sobre um evento que mobiliza o Brasil e o contará com a presença do papa Bento XVI: a Jornada Mundial da Juventude que será realizada no final de julho de 2013. Uma comissão especialmente convocada pela Conferência e a arquidiocese do Rio de Janeiro onde será realizada a JMJ farão um relatório do caminho percorrido na preparação.

Dados do episcopado

No Brasil hoje há 458 bispos, sendo que 298 deles são bispos na ativa, 160 eméritos. Temos ainda 10 cardeais (8 eméritos); 75 arcebispos (31 eméritos) e 373 bispos (121 eméritos).

Presentes nesta 50ª Assembleia Geral estão 335 bispos sendo 29 deles eméritos. 

Autor/Fonte: CNBB
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