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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PJ Jacundá

A Lâmpada de Aladim

Objetivo:
Expressar valores, necessidades e desejos individuais; perceber os valores do grupo


Número de pessoas:
Indiferente


Material necessário:
Ficha de trabalho;Lápis;Fita Crepe


Como Fazer:
1. Grupo em circulo, sentado. 2. Distribuir lápis e ficha de trabalho a cada participante, pedindo que todos respondam ao que foi solicitado individualmente. Tempo. 3. Cada pessoa apresenta para o grupo o seu pedido, colocado na ficha de trabalho, O facilitador prende as fichas na parede, à medida que vão sendo apresentadas, agrupando-as de acordo com os seguintes critérios: * pedidos feitos em benefíco próprio; * pedidos feitos em benefício do outro; * pedidos feitos em benefícoio da coletividade. * pedidos feitos em benefício da coletividade Estes critérios devem permanecer desconhecidos pelo grupo 4- Quando todos os pedidos tiverem sido apresentados, o facilitador pede ao grupo que perceba qual foi o critério adotado para cada agrupamento. Tempo. 5- Plenário: discutir os seguintes grupos: * Que critérios você pensa terem sidos escolhidos pelo facilitador para o agrupamento dos pedidos? * Algum agrupamento contém um número de escolhas maior que os demais? * O que isso significa pra você? * O que lhe chamou mais a atenção em todos os pedidos? * Se fosse dada ao grupo a oportunidade de fazer um pedido, o que você acha que esse grupo pediria? 6. Fechamento: o facilitador reflete com o grupo sobre a importância de todos os pedidos, pontuando o fato de que a satisfação também é composta pelo bem estar coletivo.


Observações:
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PJ Jacundá

FÉ E VIDA

OBJETIVO : Mostrar que a fé deve estar ligada com a realidade e participação da comunidade.

MATERIAL : 3 copos com água e 3 sonrisal (efervecentes).

DESENVOLVIMENTOS : O Sonrisal é a noss fé, o copo com água é a comunidade. No 1º copo colocar o sonrisal fechado no lado de fora do copo. Será que nossa fé não está igual o sonrisal, fechado e alheio à comunidade? Será que nossa fé não está alienada? No 2º copo colocar o sonrisal fechado dentro do copo. O sonrisal está na água mas não se mistura. Nós estamos dentro da Comunidade, mas será que não estamos fechados ao próximo que nos pede ajuda? Será que não vivemos uma fé individualista? Abrir um sonrisal e misturar com a água do 3º copo.O sonrisal irá se misturar com água e se tranformará em remédio. Nossa fé dever ser transformadora, inserida na comunidade, deve estar ligada à ação. "A FÉ SEM OBRAS É MORTA". 
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PJ Jacundá

Aliança de compromisso

Objetivo:
Formar duplas para discutirem algum tópico

Número de pessoas:
Indiferente

Material necessário:
Cartolinas cortadas em forma de círculo

Como Fazer:
Escrever nos pares de círculos de cartolina, frases ou afirmações que se queira discutir, de tal forma que a frase fique dividida entre os dois círculos. Depois de escritos, misture bem os círculos e distribua-os entre os participantes da dinâmica. Cada um pega um círculo e vai procurar a outra pessoa que possui no seu círculo, a frase que complementa a sua. Encontrando o parceiro(a) ambos vão conversar sobre a frase.

Observações:
Esta dinâmica pode ser usada com qualquer tema quando se queira discutir alguns tópicos do mesmo.
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PJ Jacundá

ENGRENAGEM

Objetivo:
Perceber a dificuldade de se sintonizar no mesmo ritmo, perceber que alguns assumem funções desgastantes ou que não conseguem desempenhar por muito tempo, notar que alguns devido às dificuldades “quebram” a engrenagem.

Número de pessoas:
Indiferente

Material necessário:
Nenhum

Como Fazer:
Todos os participantes devem estar em círculo. O animador começa a fazer um movimento ritmado e constante, como abaixar e levantar a mão. Em seguida pede-se que cada pessoa do círculo vá se juntando um a um de forma a se “encaixar” no movimento da outra pessoa com um movimento diferente, por exemplo, a segunda pessoa a se juntar à primeira com o movimento de encostar a cabeça ora no ombro direito, ora no esquerdo, contudo observando o mesmo ritmo e assim por diante até completar o círculo. Observar sem falar nada durante a dinâmica, que algumas pessoas iniciam um movimento muito desgastante, que não conseguem sustentar, desistindo ou quebrando a “engrenagem”, até fazerem um movimento mais apropriado. Comentar com os participantes sobre os sentimentos durante a dinâmica e se ela pode ser comparada com a vida do grupo de jovens, se todos se encaixam como uma engrenagem, se alguns fazem mais que os outros, se alguns se cansam, etc.

Observações:
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PJ Jacundá

O Cesto Virou

Objetivo:
Ajudar a fixar nomes dos companheiros de grupo e descontrair.

Número de pessoas:
Indiferente

Material necessário:
Nenhum

Como Fazer:
Todos os participantes deverão estar sentados em círculo. O animador deve ficar no centro em pé. O animador explica que, aqueles que estão sentados à nossa direita serão chamados de “banana” e aqueles que estão à nossa esquerda serão chamados “laranjas”. (ou outras frutas). Cada um deve saber os nomes dos companheiros que estão sentados ao seu lado. No momento em que o animador apontar para qualquer um e dizer: “Banana”, a pessoa deve responder o nome do(a) companheiro(a) que está à sua direita. Se o animador diz “laranja” a pessoa deve dizer o nome de quem está à sua esquerda. Num dado momento o animador dirá: “O cesto virou”. Assim todos devem mudar de lugar. O animador aproveita para ocupar um assento e deixa outro no centro, em seu lugar.

Observações:
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PJ Jacundá

O Espelho

Objetivo:
Refletir sobre posições dentro do grupo (liderança, participação); Perceber que podemos nos comunicar através do corpo.

Número de pessoas:
Indiferente

Material necessário:
Nenhum

Como Fazer:
O animador divide todo o grupo de participantes em duplas. Explica-se então que um dos elementos da dupla deverá criar diferentes gestos para que o outro imite. O que realizar os gesto é denominado “figura” e o que repete é denominado “espelho”. Dá-se algum tempo para realizarem a brincadeira e em seguida pede-se que troquem os papéis. Após algum tempo o animador realiza um plenário para discutir se foi mais fácil ser figura ou espelho. Variação: Forma-se trios para realizar a brincadeira. Em cada trio, cada elemento deverá escolher um líder para seguir, mas não deverá comunicar a ninguém. Cada um repete os gestos do líder que escolheu. Tenta-se então chegar a um líder comum na medida em que se tenta descobrir o mestre escolhido pelo colega. Ambos são jogos não verbais.

Observações:
Esta dinâmica pode ser aplicada em encontros sobre liderança, relações interpessoais e sexualidade.
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PJ Jacundá

A corrente

Objetivo:

Perceber que a união e a atenção dos membros do grupo é fundamental para sua caminhada.

Número de pessoas:
Indiferente

Material necessário:
Nenhum

Como Fazer:
O animador pede que os participantes dêem as mãos formando uma fila. Explica-se então que cada participante tornou-se um elo de uma corrente e que portanto não poderá soltar as mãos para não desfazer o elo. O animador, então, pega na mão do participante que estiver em uma das pontas da corrente explica que irá embaralhar toda a corrente e que todos deverão prestar atenção no caminho percorrido para depois desfazerem o nó percorrendo o caminho inverso. Puxa-se, portando o participante da ponta arrastando toda a corrente e passa-o por baixo, por cima dos braços de outros participantes, dá-se nós, enrola-se a corrente de maneira que seja difícil entender o caminho percorrido. Em seguida, sem soltar as mãos, os participantes tentarão “esticar” novamente a corrente. O animador pode concluir levantando os pontos positivos e negativos da dinâmica e enfatizando a importância da união.

Observações:
Esta dinâmica pode ser aplicada em encontros que enfatizem a importância da união, em encontros para definir objetivos e como recreação.
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