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sexta-feira, 4 de abril de 2014

PJ Jacundá

PJ Área Jacundá inicia Escola da Juventude 2014

Entre os dias 29 e 30 de março, estiveram reunidos quase 30 jovens das paróquias São João Batista (Jacundá) e Paróquia Santa Maria (Goianésia), para a realização da 1ª Etapa da 4ª edição da Escola da Juventude. A formação foi realizada no Galpão da Comunidade São Francisco em Jacundá. Foram momentos fortes de mística, formação e partilha. A EJ se iniciou em 2010, por se verificar a necessidade de uma formação mais concreta e enraizada na perspectiva juvenil de nossa Área Pastoral.

ESCOLA DA JUVENTUDE: Tecendo Saberes... Construindo Histórias e Marcando Vidas! 
É um espaço de formação, aprofundamento, partilha, convivência, oração, reflexão, troca de saberes. Com o objetivo de Proporcionar às lideranças uma formação integral através da observação, análise, convivência e reflexão, sensibilizando para o desenvolvimento da consciência crítica e trabalhos coletivos e despertando o compromisso com a construção do Reino de Deus para todos.

4ª EDIÇÃO
Nesta edição será trabalhado em todas as etapas o tema: Teatro, com o objetivo de fazer com que os participantes aprendam as noções básicas da técnica física e vocal do ator, analisa personagens e desenvolve a percepção espacial, temporal, rítmica e sonora. Com esse tema a EJ visa desenvolver habilidades como: concentração, coordenação, autoconfiança, segurança, agilidade e a arte de transformar ideias em realizações concretas. Todas as etapas serão assessoradas pelo companheiro Tônico Ferreira da cidade de Parauapebas.

PRIMEIRA ETAPA:
A programação começou no sábado à tarde, com a acolhida e de uma dinâmica de apresentação. Logo após tivemos a mística de abertura com a celebração do Ofício Divino da Juventude, preparada pelos jovens da Paróquia São João Batista, e logo em seguida o assessor Tônico começou a trabalhar com os jovens o tema teatro, abordando vários aspectos do teatro, com dinâmicas e encenações teatrais. As 16h30min foi feita uma pause para o lanche e na volta foi trabalhada a questão das expressão dos sentimentos, em todos os lados, brincalhão, serio, triste, nervoso, e assim por diante com muita dinâmicas, encerrando-se assim o primeiro dia  da Escola as 19h00min.

No dia seguinte iniciou-se as 08h30min, na qual os jovens celebraram ODJ da manhã, organizado pelos pjoteiros da Paróquia Santa Maria. Logo depois o Assessor tônico Ferreira, deu continuidade ao tema trabalhando com dinâmicas para parte de concentração. Trabalhou também com pequenas peças teatrais, envolvendo todos os jovens e todos os sentimentos. As 11h30min, parada para o almoço. E voltou as 13h00min e foi até as 15h00 na qual se encerrou a oficina com a celebração do ODJ.

O QUE DIZER DA PRIMEIRA ETAPA:
Todos acharam a Escola da Juventude muito produtiva, para alguns, novas experiências para outros, mais aprofundamento sobre teatro. Momentos de motivação de conhecimento, alegrias, novas amizades enfim um momento em que todos souberam aproveitar o máximo dessa 1ª etapa da 4ª Edição da Escola da Juventude.

Fonte: Teias da Comunicação/Jacundá
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quinta-feira, 3 de abril de 2014

PJ Jacundá

CNBB divulga declaração sobre os 50 anos do golpe

O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou ontem, 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada “Por tempos novos, com liberdade e democracia”. O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as “gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito”. Os bispos relembram “os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima” e reafirmam “o compromisso da Igreja com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos”. Leia, na íntegra, a declaração da CNBB.

DECLARAÇÃO
POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.

Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada “revolução” com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.
Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.

Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.

Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura... A democracia exige participação constante de todos.
Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Autor/Fonte: CNBB
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quarta-feira, 26 de março de 2014

PJ Jacundá

Coordenação Nacional da PJ em Goiás

Foi próximo à casa da poetisa Cora Coralina na cidade de Goiás Velho – GO que a Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude e a Comissão Nacional de Assessores se reuniram de 20 a 23 de março tendo o Mosteiro da Anunciação como ponto de acolhida. Este foi o primeiro encontro dos jovens após a realização da Ampliada Nacional da PJ (ANPJ), realizada em janeiro na cidade de Ribeirão das Neves/MG.

As deliberações da Ampliada foram os principais pontos refletidos pela Coordenação. Para contribuir com a reflexão dos principais apontamentos o grupo contou com orientação metodológica do assessor da ANPJ, Eder D`artagnan. As reflexões sobre os Projetos Nacionais foram feitas e encaminhadas a partir do que os grupos elencaram em janeiro com contribuições de jovens de todo o Brasil. Outra novidade foi a presença da nova Secretária Nacional da PJ, a jovem Aline Ogliari em sua primeira reunião.

A secretária lembrou da emoção trazida por estar na cidade onde Dom Tomás Balduíno exerceu o pastoreio até 1998, inspirando a defesa do direito à terra aos pequenos produtores e indígenas. “Estar na minha primeira reunião da coordenação nacional da PJ nessa cidade foi muito forte. O coração bateu apressado e espero que isso seja sinal de esperança fortalecida para o próximo triênio. Espero também que todos os e as jovens dos grupos de base e coordenações recebam e sintam todo esse pulsar nosso por ter estado nesse chão, e que seja recíproco para nós receber o pulsar da realidade dos mais diversos cantos do Brasil”, destacou Aline.

Quem também fez sua primeira reunião foi a Comissão Nacional de Assessores(CNA), eleita na Ampliada. Irmão Paulo de Jesus, um dos novos membros do grupo, disse que o primeiro encontro dos assessores “foi de muita alegria e esperança”. O grupo refletiu sobre como se dará o acompanhamento aos Regionais, bem como a realização do Encontro Nacional de Assessores (ENA). Irmão Paulo disse que a prioridade é aprofundar o ministério da assessoria e ser presença significativa junto aos jovens de todos os cantos. Além dele, Irmã Tomelina, Loide Almada, Pe. Joel Nalepa, Pe. Sebastião Corrêa e Alberto Chamorro compõe a nova CNA, que tem ainda a presença de Irmão Joilson Toledo no acompanhamento de transição até o fim do ano.

A Coordenação Nacional da PJ e Comissão Nacional de Assessores voltam a se reunir no mês de novembro na cidade de Manaus/AM. Antes disso, parte do grupo se encontra na capital amazonense para preparar o 11º Encontro Nacional da PJ, que acontece em janeiro de 2015.

ENPJ

Um dos principais pontos de pauta da reunião da Coordenação Nacional da PJ foi a preparação para o 11º Encontro Nacional. A jovem Elayne Cardoso, representante do Regional Norte 1 (AM e RR) e membro da PJ da Arquidiocese de Manaus, apresentou os principais trabalhos desenvolvidos pela equipe local, que já se mobiliza para o grande encontro celebrativo.

“Nossos jovens estão muito empenhados e animados com esse momento. Estamos esperando ansiosos e com o coração cheio de esperança e amor todos os jovens que virão de todos os cantos do país para beber da nossa experiência de Igreja a esperança que brota do chão da Amazônia”, declarou Elayne.

O 11º ENPJ tem como lema “No encontro das águas partilhamos a vida, o pão e a utopia” e a iluminação bíblica “Mestre, onde moras? Vinde e vede” (Jo, 38b.39ª).

Autor/Fonte: Teias da Comunicação
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terça-feira, 25 de março de 2014

PJ Jacundá

Escola da Juventude 2014


A PJ do Polo Jacundá realizará, nos meses de Março, Maio, Junho e agosto a 4ª edição da Escola da Juventude, que desde a sua criação tem como objetivo de proporcionar às lideranças juvenis uma formação integral. 

A formação é um dos eixos estruturantes da Pastoral da Juventude. Conhecer as várias experiências nos torna mais ricos e, assim, podemos aprender novos caminhos.

Este amo será trabalhando com os jovens o tema: TEATRO, que será dividido em três etapas para ter um melhor aprofundamento do tema.

1ª Etapa: Será realizada nós dias 29 e 30 de março de 2014 em Jacundá.
2ª Etapa: 31 de maio e 01 de junho de 2014 em Goianésia do Pará.
3ª Etapa: 23 e 24 de agosto de 2014 em Goianésia do Pará.

A INSCRIÇÃO SERÁ DE: R$ 20,00 REAIS

OBS: As pessoas que forem participar irem de roupas adequadas, camisetas folgada, roupa tectel, roupas de academias . Não e recomendado irem de sais, calças e nem roupas apertadas.

A primeira etapa se iniciara no sábado dia 29/03, ás 14h00min a 18h:00min e no domingo dia 30/03 a partir das 08h:00min com o término ás 16h:00min.

O Assessor será o companheiro: Tônico Ferreira, da cidade de Parauapebas

Conheça mais sobre a Escola da Juventude:


ESCOLA DA JUVENTUDE
Tecendo Saberes... Construindo Histórias e Marcando Vidas! 

O QUE É?
Espaço de formação, aprofundamento, partilha, convivência, oração, reflexão, troca de saberes. 

OBJETIVO
Proporcionar às lideranças formação integral através da observação, análise, convivência e reflexão, sensibilizando para o desenvolvimento da consciência crítica e trabalhos coletivos e despertando o compromisso com a construção do Reino de Deus para todos. 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Conhecer e aprofundar a caminhada da Pastoral da Juventude e sua organização; 
• Resgatar os valores do ser humano, a fim de sensibilizar o valor da partilha, da convivência em grupo e o valor da vida neste mundo tão injusto, consumista e materialista; 
• Vivenciar a fé e o seguimento a Jesus Cristo e seu projeto; 
• Despertar nos lutadores e lutadoras do povo o compromisso e participação na construção da Civilização do Amor na nossa vida diária; 
• Cultivar a mística e espiritualidade, percebendo que somos participantes e protagonistas deste universo; 
• Incentivar técnicas, oficinas e metodologias de grupo, para que haja aperfeiçoamento no trabalho com as juventudes. 

PÚBLICO ALVO
Estudantes, catequistas, lideranças jovens de grupos comunitários e de movimentos sociais e populares e demais jovens interessados nas temáticas. 

CRITÉRIOS
•  Ter acima de 14 anos; 
• Disponibilidade para participar durante todo o processo; 
• Lideranças comprometidas com o trabalho da comunidade e de seu grupo; 
• Estar participando de um grupo de jovens ou ter interesse de formar um.

O QUE TRAZER PARA A ESCOLA?
Material para anotações; 
• Instrumentos musicais diversos (quem tiver); Material de higiene pessoal (sabonete, xampu, toalha de banho, creme dental, escova de cabelo); kit militante (colher, prato, copo, lençol, colchonete). 

QUEM NÓS SOMOS?
Somos a Pastoral da Juventude do Pólo Jacundá. Vivemos nossa juventude de maneira sadia, dinâmica, alegre e buscamos sempre a felicidade. Temos paixão pelo protagonismo juvenil e a nossa existência se dá porque os grupos de jovens são as experiências centrais da proposta evangelizadora da Pastoral da Juventude, sendo eles protagonistas da história nas diferentes realidades.
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PJ Jacundá

Paróquia São João Batista, JMJ regionaliza

Trabalhar na evangelização de jovens. Este foi o principal objetivo da Jornada Mundial da Juventude, realizada no Rio de Janeiro. O evento envolveu jovens católicos de todo o Brasil, pois cada paróquia se preocupou em levar aos fiéis a missão da Jornada.

Dentro do Tema “Ide por todas as nações e fazei discípulos” a Diocese de Marabá, por meio do bispo Dom Vital, convocou todas as paróquias da região para realizar, com os jovens que não foram ao Rio de Janeiro, momentos de missionariedade. O objetivo foi evangelizar pessoas e atingir o objetivo da Jornada Mundial.

Diante da missão, a juventude católica de Jacundá foi a campo e realizou, durante seis dias, campanhas de evangelização em vários bairros da cidade. Foram momentos de fé e devoção que comprovaram o compromisso dos jovens com a missão de Jesus.
  
A programação encerrou sábado, 03, com a celebração de uma missa, prestigiada por muitos fiéis e um grande show de encerramento. Os padres Rozalino, pároco de Jacundá e padre Cláudio Antonio Bianchet foram os responsáveis pela celebração da missa que, pela primeira vez foi realizada na praça municipal o show contou com apresentações de Crianças, Adolescentes e Jovens que contagiaram a todos os presentes, propagando a fé, devoção e amor à missão de evangelização deixada por Jesus Cristo.



Fonte: Jacundá Tudo de Bom
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PJ Jacundá

Festejo de São Cristovão toma as ruas de Jacundá

Festejo de São Cristovão toma as ruas de Jacundá Fé, devoção e muita animação marcaram o tradicional Festejo de São Cristovão deste ano.

Realizado na comunidade católica de São Critovão, a festa é em homenagem ao santo padroeiro dos motoristas. Foram quatro dias de programação marcados pela participação maciça dos fiéis.

O tema “São Cristovão conduzindo as comunidades fortalecendo a nossa fé” foi o que agradou os participantes. Na quinta feira,25, - dia de São Cristovão- foi celebrada uma missa, em homenagem ao santo, no pátio do Posto Três Irmãos, as 19:30hs. Na sexta, 26, outra missa, desta vez no pátio do posto Mogno, também às 19:30hs. As celebrações foram acompanhadas por centenas de devotos. Já no sábado, 27, houve um animado show de calouros, na comunidade São Cristovão e, no dia 28, domingo, o evento foi finalizado com chave de ouro. Uma calorosa e tradicinal procissão, que contou, além de centenas de devotos, com dezenas de caminhões embelezou as ruas de Jacundá. 

O grupo saiu do Posto Três Irmãos, às 8:30hs da manhã; logo depois houve a missa de encerramento da festividade, seguida de um saboroso almoço, com churrasco e um concorrido bingo, com valiosos prêmios.

Fonte: Jacundá Tudo de Bom
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segunda-feira, 3 de junho de 2013

PJ Jacundá

Católicos de Jacundá celebram missa de Corpus Christi

Centenas de católicos participaram na tarde de ontem (30), da missa de Corpus Christi, na Paróquia São João Batista. Teve também o tradicional tapete confeccionados para a festa e que é feito de materiais como serragem colorida, borra de café, farinha, areia, tampinhas de garrafas, flores e folhas.

O padre Cláudio Antônio Bianchet falou da importância do corpo e sangue de Cristo, que “é um dos sacramentos da Eucaristia que nos ajuda atender e revelar o desejo de Jesus, onde é tratado da doação do Senhor  que nos leva à partilha da vida, a nossa caminhada cristã”, completou o padre.

“A comemoração de Corpus Christi é um dos dez feriados nacionais brasileiros. É nele que os católicos celebram o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.  É a renovação do sacrifício de Cristo, na eucaristia e comunhão. A festa de Corpus Christi prestígio essa presença real de Jesus,  da nova e eterna aliança de Deus com o próprio semelhante. Através da Santíssima Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar”, disse o pároco de Jacundá, Rozalino Vanzin.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. 

Além da missa e procissão, a tradição católica também tem o costume de enfeitar as ruas com grandes tapetes coloridos que formam desenhos que fazem alusão à figura de Cristo, do pão e do cálice.

Fotos:




Fonte/Fotos: Jacundá Tudo de Bom
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sexta-feira, 31 de maio de 2013

PJ Jacundá

Secretário Geral da CNBB recebe PJ

Representantes da Pastoral da Juventude estiveram mais uma vez reunidos com dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB.

Thiesco Crisóstomo, secretário nacional da PJ e Joaquim Alberto, membro da Comissão Nacional de Assessores/as da PJ dialogaram assuntos sobre a conjuntura da evangelização da juventude no Brasil. 

Destacaram-se também no diálogo temas como o processo de celebração dos 40 anos da Pastoral da Juventude, a luta contra a violência e extermínio de jovens, a presença da PJ na Jornada Mundial da Juventude, o processo pós JMJ e ainda outros projetos da PJ.

Segundo Thiesco o diálogo com a CNBB demonstra a unidade e reforça o clamor da juventude em ser igreja, ser igreja jovem. Afirma ainda a importância do diálogo direto das pastorais com a Conferência Nacional, partilhando a caminhada, projetos e sonhos.

Joaquim partilhou também a importância da nota da CNBB contra a redução da maioridade penal e de como a PJ está fomentando nas bases a difusão do posicionamento da Igreja do Brasil sobre esta pauta, afirmou o assessor. 

Autor/Fonte: Teias da Comunicação
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

PJ Jacundá

CONJUVE contra a redução!


Neste momento, em que cresce no país o debate sobre segurança pública, combate à violência e a ampliação de direitos da juventude o Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) vem a público comunicar seu repúdio à PEC 33/2012, que propõe a redução da maioridade penal, e aos projetos de lei que retrocedem nos direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a exemplo das propostas de ampliação do tempo de internação dos adolescentes em conflito com a lei – mobilizações que estão na contramão do que vem sendo construído e fomentado nacionalmente para jovens e adolescentes.

Este Conselho – formado por representantes do poder público e de diversos seguimentos da sociedade civil – tem por objetivo formular diretrizes, discutir prioridades e avaliar programas e ações governamentais voltadas aos jovens brasileiros. O Conjuve chama atenção para a visão distorcida e preconceituosa que tem justificado as propostas voltadas para o rebaixamento da maioridade penal, amplamente massificada pelos principais meio de comunicação do país. As justificativas puramente repressivas, , que desconsideram a importância das políticas sociais e de medidas de caráter preventivo condizentes com a trajetória de desenvolvimento desses adolescentes escondem que quem tem majoritariamente morrido pelas armas da violência são os jovens pobres e negros das cidades brasileiras.

Nesse sentido, reafirmamos nossa convicção de que as políticas sociais efetivas são passos essenciais para o enfrentamento da questão em pauta. O não contingenciamento de orçamentos e a urgente ampliação dos recursos para a efetivação do Estatuto da Criança e do Adolescente e dos projetos e ações voltadas para a juventude delineiam o melhor caminho para assegurar direitos, gerar oportunidades e, consequentemente, diminuir a incidência de delitos e atos infracionais.

Por outro lado, considerando as estatísticas que demonstram que do total de jovens em conflito com a lei, apenas 0,9% dos casos foram de latrocínio e 0,6% foram caso de homicídios, concordamos com as reiteradas manifestações do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), dos movimentos sociais e de respeitados quadros públicos que têm abordado o tema, destacando os seguintes aspectos: a maioria dos delitos que levam os adolescentes à internação não envolve crimes contra a pessoa, assim sendo, utilizar o critério da faixa etária penalizaria o adolescente com 16 anos ou menos, que compulsoriamente iria para o sistema penal; o ingresso antecipado no falido sistema penal brasileiro expõe os adolescentes a mecanismos reprodutores da violência, com o aumento das chances de reincidência; a redução da idade penal não resolve o problema da utilização de crianças e adolescentes no crime organizado, que sempre poderia recrutar os mais novos. Desse modo, cientes de que é preciso somar esforços do poder público e da sociedade civil para aperfeiçoar a aplicação da lei vigente, advertimos que a questão que se coloca não é diminuir a maioridade penal ou ampliar o tempo da permanência no regime fechado, mas cumprir as medidas já previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e a plena implementação do SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo), em especial na devida dotação orçamentária para as ações de reordenamento das unidades de internação a fim de atender aos novos parâmetros pedagógicos e arquitetônicos, além da ênfase na descentralização e na municipalização das medidas socioeducativas em meio aberto.


Brasília, 17 de maio de 2013
33ª Reunião Ordinária

Autor/Fonte: Conjuve
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PJ Jacundá

Edital para Concurso do Hino da ANPJ 2014


40 anos de história trazem muitas memórias, sonhos e sorrisos para celebrar. E celebrações pedem arte, música e sentimentos. É tudo isso que a Pastoral da Juventude quer levar para Belo Horizonte/MG em 2014 na sua Ampliada Nacional. Momento em que jovens de todo o país vão refletir a caminhada e pensar os próximos passos missionários. É por esse motivo que a Equipe Executiva da Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude convida você, compositor e artista dos grupos de jovens de todo o Brasil, para participar do concurso que vai eleger o hino da Ampliada, além de compor um rico acervo de canções que traduzam a história e a memória da PJ.

Para participar, baixe o Edital do concurso do Hino (clicando aqui) e saiba como entrar nessa grande ciranda!

                Participe, crie e mobilize! Celebre os 40 anos da PJ com sua arte!

Autor/Fonte: Equipe Executiva da ANPJ 2014
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

PJ Jacundá

Edgar representará a PJ no CONJUVE



O Seminário Nacional da Campanha contra a violência e o extermínio de Jovens, ocorrido de 3 a 5 de maio de 2013 em Taguatinga/DF também marcou um importante momento na Pastoral da Juventude. A chegada do jovem Edgar Mansur e a saída da jovem Paula Grassi dentro da representação da PJ no Conselho Nacional de Juventude.

O Conselho Nacional de Juventude, criado em 2005, é um importante espaço de construção e espaço para reinvindicação de direitos para a juventude. O CONJUVE é composto por 20 representantes do governo federal e 40 da sociedade civil, sendo maioria no CONJUVE. Essa organização reflete a diversidade dos atores sociais que contribuem para o enriquecimento do diálogo sobre as políticas públicas para os jovens brasileiros.

A jovem Paula Cervelin Grassi deixa esse espaço após pouco mais de um ano estando e sendo representante da Pastoral da Juventude dentro deste importante conselho de representação. 

"Representar a Pastoral da Juventude (PJ) no Conselho Nacional da Juventude (CONJUVE) foi muito desafiador. O CONJUVE por si só já é um espaço exigente, no entanto, estar à frente de uma organização com tamanha presença nos diversos cantos do Brasil e sede de justiça e dos direitos da juventude, torna a participação mais desafiadora ainda. A representação da PJ nos conselhos tem a ver com o compromisso diário de defesa dos direitos da juventude, especialmente da juventude empobrecida que constantemente é alvo de violência e desumanização. Participar desses espaços é de extrema importância, no entanto outras formas estratégias de mobilização e pressão são fundamentais. Que a PJ possa ter um pé nos conselhos e outro na rua, para que a promoção das políticas públicas efetivem de fato os direitos da juventude. Para que o horizonte da Terra Sem Males esteja mais próximo", lembra Paula.

A representação da Pastoral da Juventude no CONJUVE será após aprovação e reflexão da Coordenação Nacional da PJ e a partir de agora, de Edgar Mansur, jovem que nos últimos anos acompanhou em Minas Gerais a temática das políticas pública de juventude. Em 2008 e 2011, Edgar representou a PJ na comissão organizadora da conferência estadual. Desde 2011 vem acompanhando o projeto A Juventude Quer Viver, além ainda de colaborar de modo especial na construção do plano Juventude Viva, programa do Governo Federal de combate a violência e extermínio da juventude, representando a PJ.

"Fiquei muito feliz e também preocupado com o convite, não é fácil ocupar uma cadeira nos conselhos afinal de contas estarei representando milhares de jovens que sonham com um outro mundo que é possível. Me coloco a disposição de todas as PJoterias e PJoteiros para juntos construímos a Civilização do Amor", assegura Edgar.

Autor/Fonte: Projeto Teias da Comunicação
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PJ Jacundá

Nota da CNBB contra a Redução


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou uma nota sobre a redução da maioridade penal, na quinta-feira, 16 de maio, durante coletiva de imprensa, que apresentou o balanço da reunião do Conselho Episcopal Pastoral (CONESP). A CNBB “reafirma que a redução da maioridade não é a solução para o fim da violência”. Assim, a “Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores que dignificam o ser humano”.

“Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9)

Nota da CNBB sobre a redução da maioridade penal

O debate sobre a redução da maioridade penal, colocado em evidência mais uma vez pela comoção provocada por crimes bárbaros cometidos por adolescentes, conclama-nos a uma profunda reflexão sobre nossa responsabilidade no combate à violência, na promoção da cultura da vida e da paz e no cuidado e proteção das novas gerações de nosso país.

A delinquência juvenil é, antes de tudo, um aviso de que o Estado, a Sociedade e a Família não têm cumprido adequadamente seu dever de assegurar, com absoluta prioridade, os direitos da criança e do adolescente, conforme estabelece o artigo 227 da Constituição Federal. Criminalizar o adolescente com penalidades no âmbito carcerário seria maquiar a verdadeira causa do problema, desviando a atenção com respostas simplórias, inconsequentes e desastrosas para a sociedade.

A campanha sistemática de vários meios de comunicação a favor da redução da maioridade penal violenta a imagem dos adolescentes esquecendo-se de que eles são também vítimas da realidade injusta em que vivem. Eles não são os principais responsáveis pelo aumento da violência que nos assusta a todos, especialmente pelos crimes de homicídio. De acordo com a ONG Conectas Direitos Humanos, a maioria dos adolescentes internados na Fundação Casa, em São Paulo, foi detida por roubo (44,1%) e tráfico de drogas (41,8%). Já o crime de latrocínio atinge 0,9% e o de homicídio, 0,6%. É, portanto, imoral querer induzir a sociedade a olhar para o adolescente como se fosse o principal responsável pela onda de violência no país.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ao contrário do que se propaga injustamente, é exigente com o adolescente em conflito com a lei e não compactua com a impunidade. Ele reconhece a responsabilização do adolescente autor de ato infracional, mas acredita na sua recuperação, por isso propõe a aplicação das medidas socioeducativas que valorizam a pessoa e lhe favoreçam condições de autossuperação para retornar a sua vida normal na sociedade. À sociedade cabe exigir do Estado não só a efetiva implementação das medidas socioeducativas, mas também o investimento para uma educação de qualidade, além de políticas públicas que eliminem as desigualdades sociais. Junta-se a isto a necessidade de se combater corajosamente a praga das drogas e da complexa estrutura que a sustenta, causadora de inúmeras situações que levam os adolescentes à violência.

Adotada em 42 países de 54 pesquisados pela UNICEF, a maioridade penal aos 18 anos “decorre das recomendações internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos” (UNICEF). Reduzi-la seria “ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional – Constituição Federal, art. 228 –, além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, as regras Mínimas de Beijing, as Diretrizes para Prevenção da Delinquência Juvenil, as Regras Mínimas para Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica e o Estatuto da Criança e do Adolescente” (cf. Declaração da CNBB contra a redução da maioridade penal – 24.04.2009).

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunido em Brasília, nos dias 14 a 16 de maio, reafirma que a redução da maioridade não é a solução para o fim da violência. Ela é a negação da Doutrina da Proteção Integral que fundamenta o tratamento jurídico dispensado às crianças e adolescentes pelo Direito Brasileiro. A Igreja no Brasil continua acreditando na capacidade de regeneração do adolescente quando favorecido em seus direitos básicos e pelas oportunidades de formação integral nos valores que dignificam o ser humano.

Não nos cansemos de combater a violência que é contrária ao Reino de Deus; ela “nunca está a serviço da humanidade, mas a desumaniza”, como nos recordava o papa Bento XVI (Angelus, 11 de março de 2012). Deus nos conceda a todos um coração materno que pulse com misericórdia e responsabilidade pela pessoa violentada em sua adolescência. Nossa Senhora Aparecida proteja nossos adolescentes e nos auxilie na defesa da família.

Brasília, 16 de maio de 2013



Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício

Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB


Autor/Fonte: CNBB
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

PJ Jacundá

Secretário da CNBB recebe a PJ



Na manhã desta terça-feira (7), dom Leonardo Steiner, secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), recebeu na sede da instituição a Pastoral da Juventude (PJ), representada pelo jovem Thiesco Crisóstomo, secretário nacional da PJ e Joaquim Alberto A. Silva, membro da Comissão Nacional de Assessores da PJ.

A conversa teve como foco apresentar a dom Leonardo o diálogo que a PJ tem construído no que diz respeito à violência e extermínio da juventude brasileira, destacando-se a pauta sobre a redução da maioridade penal. Thiesco partilhou a realização do Seminário da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens, realizado de 3 a 5 de maio, em Brasília/DF, e enfatizou o clamor da juventude presente na atividade para que como cristãos possamos lutar pela vida da juventude e que a redução da maioridade penal não é a solução para a questão violência que assola no país e, sim, uma maneira de criminalizar a juventude, afirmou o jovem.

“Com a realização da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens a Pastoral da Juventude reafirma a sua luta pela vida, com destaque para que adolescentes e jovens sejam reconhecidos como sujeitos de direitos e tenham vida em abundância”, afirmou Joaquim Alberto.

Dom Leonardo, destacou a necessidade de que as dioceses possam dialogar localmente sobre a pauta da redução da maioridade penal, fortalecendo o posicionamento da Igreja do Brasil de que a proposta de redução da maioridade penal não soluciona o problema e sim violenta e penaliza ainda mais adolescentes e jovens, sobretudo os mais pobres, negros e moradores de periferias, reafirmando assim, a nota emitida pela CNBB em 2009, contra a redução da maioridade penal.

Ao final da conversa foi entregue a dom Leonardo o subsídio de estudo da PJ, materiais da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens e da celebração dos 40 anos da PJ no Brasil.

Autor/Fonte: Teias da Comunicação
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terça-feira, 7 de maio de 2013

PJ Jacundá

Seminário Nacional da Campanha


Pastoral da Juventude reafirma luta contra a violência em Seminário Nacional 



“Não à redução da maioridade penal e sim a favor da vida das juventudes”. Esse foi o grito dos mais de 150 participantes do Seminário Nacional da Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens ao encerrarem a atividade realizada no Colégio Marista de Taguatinga-DF de 03 a 05 de maio.

“A Campanha já se estabeleceu, mas ela precisa ter uma continuidade. Agora temos um olhar de onde a gente está e para onde a gente vai”, afirmou a jovem Elisangela Hahn da arquidiocese de Curitiba ao avaliar a importância da atividade. Para se estabelecer os caminhos para a campanha foram abordados seis temas centrais: juventude e extermínio; tráfico humano; violência e uso de drogas; a não redução da maioridade penal; juventude e violência e juventude, educação e trabalho.               

Não só a análise e o debate sobre os rumos da Campanha estiveram em pauta. A avaliação das ações já realizadas e das conquistas também estiveram presente. O jovem Felipe Freitas, que coordena o projeto “Juventude Viva” do Governo Federal, afirmou que a Campanha contra a Violência e Extermínio de Jovens foi a principal ação para pautar o tema na sociedade e motivar a criação dessa e de outras políticas públicas. 

A participação de representantes do poder público foi acompanhada de diálogos e conversas a respeito do posicionamento da Pastoral da Juventude contra a redução da maioridade penal. “Dizemos não por acreditar que a redução trata o efeito e não a causa. Além disso, o sistema prisional não reinsere ninguém na sociedade”, esclarece o jovem Gil Kairós do estado do Piauí. O posicionamento é partilhado pela Igreja do Brasil em nota já emitida em pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB. 

A Campanha Nacional contra a Violência e Extermínio de Jovens teve início no ano de 2008 em uma ação articulada das Pastorais da Juventude do Brasil. O Seminário foi realizado pelo projeto “A Juventude Quer Viver” em parceria com toda a PJ e parceiros.

ENCERRAMENTO E ENVIO

A oração de encerramento fez memória dos jovens martirizados pela violência em todo o país. Os jovens relembraram os passos de Jesus Cristo e enalteceram o exemplo de Betânia, cidade onde Jesus conviveu com seus amigos Lázaro, Marta e Maria.

Foi entregue a cada participante um pouco da terra do local onde foi assassinado Padre Gisley Azevedo em 2009, então assessor do Setor Juventude da CNBB. O símbolo foi utilizado como envio aos jovens que levarão as discussões e assuntos para os grupos de base de todo o Brasil.

               
Autor/Fonte: Teias Nacional / Equipe de Comunicação do Seminário Nacional da Campanha
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sexta-feira, 3 de maio de 2013

PJ Jacundá

PJ realizará Seminário Nacional


Pastoral da Juventude realizará Seminário da Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens

Atividade acontece em Taguatinga (DF) e reúne cerca de 200 jovens de todas as regiões do país.


A Pastoral da Juventude (PJ) realiza, de 03 a 05 de maio, no Colégio Marista Champagnat, em Taguatinga (DF), o Seminário da Campanha Nacional Contra a Violência e Extermínio de Jovens em todo o território brasileiro. A atividade reúne, aproximadamente, 200 jovens do Brasil e tem por objetivo criar espaço de conscientização e formação de agentes multiplicadores.

Os dias do seminário são dedicados ao aprofundamento e formação dos jovens em diversos temas acerca do extermínio e violência juvenil, dentre eles: redução da maioridade penal, segurança pública, educação, trabalho, violência e uso de drogas, aprisionamento e cárcere, tráfico humano: prostituição e trabalho escravo.

O secretário nacional da Pastoral da Juventude, Thiesco Crisóstomo, destaca o seminário como importante passo da PJ na construção da campanha e no enfrentamento da violência contra a juventude no Brasil. “Queremos dar força a temas específicos como a redução da maioridade penal, o tráfico humano e as medidas socioeducativas. Dialogar diretamente com os jovens que constroem o dia a dia da Campanha, nos municípios e estados, além dos parceiros firmados ao longo destes quatro anos”, afirmou Crisóstomo.

A atividade tem ainda como objetivos específicos o engajamento e fortalecimento dos grupos de base para a Campanha Nacional contra violência e o extermínio de jovens; o estabelecimento de diálogo entre os jovens da Pastoral da Juventude com outros atores envolvidos na temática da violência contra a juventude; o fomento da juventude e a comunidade, para que se tornem aptos em continuar os trabalhos para a realização dos objetivos do Seminário; a potencialização da ação realizada pelos jovens multiplicadores como agentes de mudança da realidade de violência em que estão inseridos; e a capacitação técnica e metodológica para um processo qualificado de construção de ações para vida plena da juventude.

O evento conta com a parceria da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), Província Marista Brasil Centro-Norte (PMBCN), Coordenadoria de Juventude do Distrito Federal, Cáritas Brasileira e o apoio da Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude, Adveniat e DKA Áustria.

Programação

O seminário começa nesta sexta-feira (03/05), às 19h, com oração, seguida da mesa de abertura com as presenças de autoridades e parceiros, entre eles: ministro Gilberto Carvalho da Secretaria Geral da Presidência da República, deputado federal Nilmário Miranda, coordenador de Juventude do Distrito Federal Carlos Odas, Ir. José de Assis Brito, Conselheiro da PMBCN e o assessor da CRB Nacional Frei Rubens da Motta.

Após a mesa de abertura, inicia-se o painel de exposições “Desafios frente às Realidades de Violência e Mortes de Jovens no Brasil – Uma tarefa a ser encarada pelo Estado e pela Sociedade Civil Organizada”. Para o momento, foram convidados como assessores o representante da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, Bruno Monteiro, e Danilo Moraes, membro do CONJUVE representando a Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN).

Nos demais dias do seminário, serão desenvolvidas diversas ações e atividades. A programação contempla a construção de painel apresentando a realidade da violência contra a juventude brasileira, avaliação e planejamento da Campanha Nacional, rodas de conversas sobre temáticas acerca do extermínio e violência juvenil e celebrações.

A Campanha

A Pastoral da Juventude tem organização nacional e está presente em mais de 80% das dioceses da Igreja Católica no Brasil. Ela faz parte da articulação da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A organização possui algumas iniciativas que orientam os trabalhos de seus grupos e de suas instâncias. Para isso, atua por meio de seis projetos nacionais reafirmados na Ampliada Nacional de Imperatriz/MA, em janeiro de 2011, que são: Ajuri, Caminhos de Esperança, Mística e Construção, Teias de Comunicação, Tecendo Relações e A Juventude Quer Viver.

O projeto “A Juventude Quer Viver”, posiciona-se publicamente sobre alguns temas que afetam diretamente a vida da juventude, como também constrói estratégias de participação e intervenção política nos diversos setores sociais organizados (governamentais e não governamentais), buscando mobilizar a juventude pela garantia dos seus direitos.

A Campanha Nacional contra a violência e o extermínio de Jovens é uma ação articulada do Projeto A Juventude Quer Viver e de diversas organizações. Busca fomentar e provocar toda sociedade para o debate sobre as diversas formas de violência contra a juventude, especialmente, o extermínio de milhares de jovens que está acontecendo no Brasil. Com isso, a Campanha objetiva avançar na conscientização e desencadear ações que possam mudar essa realidade de morte juvenil.

A Campanha nasceu da reflexão da 15ª Assembleia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil, ocorrida em maio de 2008, fruto da indignação crescente presente naquela assembleia e da revolta ante ao crescente número de mortes de jovens no campo e na cidade, em todos os cantos do país.

SERVIÇO

O quê: Seminário da Campanha Nacional Contra a Violência e Extermínio de Jovens em todo o território brasileiro.
Quando: 03 a 05 de maio – abertura dia 03 de maio, às 19h.
Onde: Colégio Marista Champagnat Taguatinga - QSD - Área Especial 01 – Taguatinga Sul (DF).
Mais informações:
Thiesco Crisóstomo: (94) 8117-6210 / thiesco@gmail.com
Edgar Mansur: (31) 8839-6304 / pjbetim@gmail.com

Autor/Fonte: PJ Nacional

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PJ Jacundá

2ª Etapa da Escola da Juventude 2013


Pastoral da Juventude da Área (Polo) Jacundá realiza segunda etapa da Escola da Juventude

Etapa abordou o tema Teatro, Danças e Cantigas Populares.

A Pastoral da Juventude da Área (Polo) Jacundá realizou de 27 a 28 de abril de 2013, no salão de catequese da Comunidade São Cristóvão em Jacundá (PA), a segunda etapa da Escola da Juventude com a abordagem do tema “Teatro, Danças e Cantigas Populares”.

Participam do processo formativo 20 lideranças das Paróquias São João Batista de Jacundá e Santa Maria de Goianésia do Pará. Para os jovens este é um espaço fantástico para as relações interpessoais onde os jovens se confrontam com própria realidade e a vida dos outros jovens, aprendizado para a vida, proposta que ficará marcada na vida de tantos para sempre.

Para esta etapa, a Escola contou com a assessoria de Junior Vaz e Natalia Souza, membros da PJ de Canaã do Carajás – PA.  e da Diretoria Executiva da Associação Artística de Cultura Popular Tradição Jovem.

Esse projeto da Escola da Juventude da Área Jacundá se concretizará em 3 etapas vivenciadas durante um final de semana, com o objetivo proporcionar às lideranças formação integral através da observação, análise, convivência e reflexão, sensibilizando para o desenvolvimento da consciência crítica e trabalhos coletivos, despertando o compromisso com a construção da Civilização do Amor.

Na etapa anterior foi estudado e aprofundado o tema: História e Metodologia da Pastoral da Juventude e o Documento 85 da CNBB, sendo assessorada pela nossa companheira Loide Silva, assessora da CRA - Comissão Regional de Assessores/as - PJ Norte II.

A próxima etapa acontecerá nos dias 29 a 30 de junho, abordando o tema: “Liturgia e o Ano da Fé”. As informações sobre a atividade estão à disposição no nosso blog http://pjjacunda.blogspot.com.br e na nossa página no facebook http://www.facebook.com/pj.jacunda
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quinta-feira, 25 de abril de 2013

PJ Jacundá

I Reunião Ampliada Interdiocesana

Regional Norte II
Pastoral da Juventude
Diocese de Marabá e Conceição do Araguaia
I Reunião Ampliada Interdiocesana 



Pastoral da Juventude: 
um jeito de ser e fazer
“Somos Igreja Jovem”
CONVITE:

Pjoteiras e Pjoteiros das dioceses de Conceição e Marabá é com muita alegria que iniciamos este ano com muitas transformações, que vem nos motivando cada vez mais a fortalecemos e compreendermos como jovens protagonistas da Igreja presentes na PJ do Brasil.

Estamos em preparação para os 40 anos da Pastoral da Juventude no Brasil e como regional celebramos 37 anos. Assim nós da área 02, nesses 37 anos presentes nos regional, percebemos que as duas dioceses tem um histórico muito lindo de trabalhos em conjuntos, por estes motivos sentimo-nos enviados a nos reencontrarmos para conhecermos e celebramos nossas historias, desafios e projetos.

Esta ampliada tem como pauta unificada: partilha das realidades e a preparação do DNJ (Dia Nacional da Juventude), na qual nos comprometemos a celebrar este ano juntos.

A diocese de Conceição tem como pauta a avaliação e planejamento, tendo como foco o Plano financeiro, JMJ, 40 anos da PJ e a Assembleia Diocesana.

Na diocese de Marabá sua pauta é: Avaliação do Congresso Jovem, formações dos polos, Assembleia Diocesana, avaliação dos preparativos da JMJ e a preparação para 40 anos da PJ.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
- A ampliada interdiocesana acontecerá na Paróquia de São José Carpinteiro no Distrito Rio Vermelho (Vila Gogo da Onça).

- Para os jovens da Diocese de Marabá: encontraremos-nos na cidade de Eldorado para as 17hs partimos junto para a vila.

- A taxa de inscrição é 20,00 reais para a área Carajás (Polo Parauapebas) e 15,00 reais para a área Araguaia (Polo Araguaia), área Jacundá (Polo Jacundá) e área Marabá (Polo Marabá).

- Cada paróquia terá que contribuir com alimentação no valor de 70,00 reais.

Quem participa: coordenadores e assessores paroquiais e padre e irmãs 

O que levar:
- Bíblia, ODJ, caneta e caderneta para anotações;
- Colchonetes, não tem local para rede;
- Instrumentos Musicais;
- Kit Militante (prato, talher e copo);

Pastoral da Juventude
Coordenação Diocesana
de Conceição e Marabá 

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